sábado, maio 22

Tarde

Estou aflita, aceitaria uma bebida.
Embevecida no torto do teu rosto
quero rostí-lo até ver-te áureo.
Auriverde é a nossa alma.
Almagamar-te em mim,
mimeografando outros amores,
amoras pondo a cama.
Camaleões de lençol
laços de fita emolduram o cenário
um canário pia até estourar.
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Não me julguem pela falta de tempo... (e inspiração)

3 comentários:

  1. Quantas áreas exploradas, é de deixar tonto. E também extasiado, ficou realmente bonito!

    Veremos mais em algum futuro próximo?

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  2. Aiai é bom ver que as pessoas não deixaram de respirar :x

    Quase consegui imaginar tudo , se não fosse a velocidade de cenas!

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  3. Pra mim, se você não tivesse dito nada, o poema tinha sido escrito com muita cautela durante uma grande quantidade de tempo e com muita inspiração. Adorei, tá lindo!
    E cara, você gosta muito de fitas. Quase todos os textos que eu gosto seus têm fita no meio! Hahahaha

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