sábado, maio 22

Tarde

Estou aflita, aceitaria uma bebida.
Embevecida no torto do teu rosto
quero rostí-lo até ver-te áureo.
Auriverde é a nossa alma.
Almagamar-te em mim,
mimeografando outros amores,
amoras pondo a cama.
Camaleões de lençol
laços de fita emolduram o cenário
um canário pia até estourar.
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Não me julguem pela falta de tempo... (e inspiração)