sexta-feira, fevereiro 26

Um ás de Espadas fora do baralho


Quem mente antes diz a verdade.
Antigamente eu sabia exatamente o que fazer.
Tudo bem, até pode ser que os dragões sejam moinhos de vento.
Tudo bem, seja o que for, seja por amor às causas perdidas.
Por amor às (tantas e tantas) causas perdidas...
Eu falei nem pensar, eu fui sincera como não se pode ser,
Mas o teu olhar, sempre distante, sempre me engana...
A lembrança no espelho,  a esperança na outra margem...
Quantas vezes a gente sobrevive à hora da verdade?
Ainda bem que, na falta de algo melhor, nunca me faltou coragem (será?)
Não quero ser o que eu não sou (e eu não sou maior que o mar...)
E é o que há de melhor, é o que dá pra fazer.
Não dá pra evitar e não se pode esconder.
Se fosse fácil achar o caminho das pedras, tantas pedras no caminho não seria ruim.
E a grande lição que se leva é que a vida não pode ser um conta-gotas na tua mão. É isso.


Engenheiros são minha alma gêmea.

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