sábado, janeiro 30

Hey, ho, let's go!


Melhor escola de Desenho Industrial da América Latina e eu paseei, ui, ui, ui!
Agora só fico mais na dúvida: Arquitetura ou D.I.?

sexta-feira, janeiro 29

Das coisas

Isso de fazer dezoito anos faz a gente se sentir - nem que um pouquinho - velha. Achei que tudo iria passar correndo depois dos quinze, mas agora tenho certeza que o tempo vai fugir do controle. Eu não escrevi alguma coisa publicável desde o ano passado. Isso angustia e me faz pensar no que eu gosto, no que eu nunca vou deixar de gostar. O fato de eu ter escolhido uma profissão, cujas específicas eu quase negligenciei - na medida do meu possível - durante o ensino médio, só porque, quase magicamente, eu me identifiquei com ela como se fosse a tal da minha alma gêmea também me faz pensar. O que eu amo, indiscutivelmente, é criar e eu jamais trabalharia com algo que não me proporcionasse isso. O processo criativo, o ter idéias, o tal brainstorm, o finalmente colocar no papel, ver concreto o que você imaginou é sensacional - e eu cheguei à conclusão de que quero e posso viver disso! Para quem pensou a vida toda que trabalhar tinha que ser desvinculado de prazer essa foi uma descoberta e tanto.

Um filme que eu vi, Amor Sem Escalas (Up in the Air), e essas constantes ameaças do fim do mundo – que, vale ressaltar, existem desde sempre – também me fizeram refletir. Não sei bem o que me basta, mas existem várias coisas que eu amo muito, que me fazem bem e me enchem os olhos. José Paulo Paes, Cecília Meireles, Zeca Baleiro, Engenheiros do Hawaii, certos papéis, uma câmera fotográfica e alguns gigabytes, mate gelado com limão, Michael Sowa, Escher, viajar, projetos, inventar, criar, aprender, saber. A questão não são as coisas essenciais para mim, eu incluiria as pessoas que eu gosto também. São coisas criadas por gente e que alimentam a vida de outros. Acho que uma das melhores sensações que existe é a de ver que algo que você fez, pensou, idealizou, se encaixa perfeitamente no sentimento, solução ou mesmo problema que alguém procura. Talvez seja outro motivo pra eu ter escolhido o que escolhi pra minha vida – além do memorável fato de que eu vou mexer com todas as áreas do conhecimento e de isso me entusiasmar muito.

Eu nunca vou cansar de observar e fazer anotações mentais de tudo o que eu vejo e, enquanto eu puder fazer isso - mesmo que prevaleça essa sensação de falta de ferramentas para terminar meus projetos – eu vou estar muito satisfeita. Há só uma coisa que me incomoda profundamente: eu não vou viver o suficiente para ver o caminhar das idéias e das invenções, o desenvolver do mundo, e nem vou poder saber tudo o que há para saber. Depois disso posso dizer, com convicção, que o mundo me encanta e é isso que, no fundo, me move.

"Como o céu refletido nas pupilas do um cão"

terça-feira, janeiro 26

Uiui

Quer uma dica? Nasça sem sisos ou eles vão querer nascer em você e você vai ter que tirar e não vai ser legal.
Ai que dor...

sexta-feira, janeiro 22

Eis a questão

 Por que as férias sempre prometem e não cumprem?

quarta-feira, janeiro 20

Cadê tu?

Tatu-bola é bicho que se esconde,
que enrola em si mesmo
(pra fugir de outros sis).
É forte, forte mesmo,
da carapaça para fora;
e é fraco, molengo,
antes do umbigo.

É tatu que não tem garra,
entra na toca dos outros.
Não gosta do dia
(da luz que revela as miudezas),
e suas costas nem sempre foram grossas
(o tempo as fez impenetráveis).
Prosopopéia de gente.

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Alguma coisa, depois de tanto tempo.

segunda-feira, janeiro 18

Dias abafados

E sabe qual é a dor maior nesses tempos de mudança? No final, ninguém se importa. Ninguém sente falta, ninguém nunca mais liga. E todos viram conhecidos, as pessoas que você jurava serem seus melhores amigos. As exceções são pouquíssimas... Já aconteceu antes e será exatamente igual agora. Não vão mais se importar, porque nunca se importaram, porque nunca fez diferença para eles. E você fica esperando um telefonema no aniversário, um convite para sair ou mesmo um recadinho discreto solto por aí. E ele não vem, esqueceu de vir, se perdeu. Odeio a idéia de que pessoas são substituíveis. Odeio a impressão de ser substituída. (Um detalhe: não se pode perder um lugar que nunca foi seu).

sábado, janeiro 16

sexta-feira, janeiro 15

Olá, mundo!

Eeeeeeeeeeeeee! Agora que passaram (quase) todas as provas - só falta meu lindo THE que definirá minha vida nesse ano - podemos voltar a nos concentrar no blog, em escrever e em fotografar, não acha? Assim, depende muito de você e dos seus acontecimentos. Seria muito, muito bom se certos dias demorassem demais pra passar e certos outros dias passassem beeeeeem rapidinho. Seria ótimo também que chovesse menos de dia e mais de noite - como anda acontecendo, vale ressaltar e agradecer -, isso gera vários bons acontecimentos. Ah, não deve esquecer que o fim de semana, esse ano, será sagrado! Pelo menos nos seis primeiros meses. Obrigada pela PUC e muito provavelmente pela UFF, agora é torcer pela UFRJ! Nos vemos em breve.


Meu namorado me deu um popó, só ele me ama.

quarta-feira, janeiro 6

Magnificação trófica

Essa desintoxicação já tomou muito do meu tempo. Março esta chegando de novo, já vai passar; um ano. Quero intoxicar-me novamente. Chega de abstinência, de desculpas. Dezembro levou consigo toda e qualquer desculpa que eu poderia dar a mim mesma. Acho ate que desaprendi. Perdeu-se em algum lugar desse baú de toxinas o manual. Sempre achei que saberia o que fazer, mas não sei nem começar... Parece que esse ano chegou cedo demais. Volta para onde veio, 2009! Um mecânico sem ferramentas não pode consertar nada. É preciso meio, utensílio. Não posso consertar, montar, inventar, resolver nem criar nada agora. Não estou pronta.
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Algo que estava preso por aí, do início do ano passado. É que só agora ele ficou maduro e caiu. É, ano passado... Bem vindo, 2010.

domingo, janeiro 3

...



Envelheci dois anos ou mais nesse último mês.

sexta-feira, janeiro 1

Dez

Desse ano eu prometo que não vou esperar nada. Espero cumprir.