terça-feira, dezembro 30

Doismileoito



Janeiro foi saudade, fevereiro eu estranhei,
Março decepcionou, abril eu floripei.
Maio foi ba(na)nal, junho passou correndo,
Julho foi from U.K., agosto parecia novembro,
Setembro nem me importei, outubro já tava demorando,
Novembro eu esperei, dezembro é sempre o melhor mês.

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"Há quem ignore o calendário
Há quem fique de olho no horário
Quando mais um ano chega ao fim... "

[arrumado]

sábado, dezembro 20

679 em 100

Começou. Entrou. Conheceu, gostou. Passeou. Conversou, dançou. Beijou. Encontrou, namorou. Amou, amou, amou. Importou-se. Abraçou, amassou, abraçou, amassou. Visitou, namorou. Passou. Conheceu mais. Riu, divertiu. Enciumou. Acompanhou. Possuiu. Descobriu. Sentiu. Aprendeu, aprendeu. Foi feliz. Viajou. Prometeu, sentiu muito. Saudades, saudades. Quis, não conseguiu. Saudades, sadaudes... Quase matou. Voltou. Estranhou. Resolveu. Entristeceu. Reclamou, brigou. Chorou. Acabou. Magoou, machucou, massacrou, decepcionou, inconformou-se, doeu, não aceitou. Passou... Passou... Doeu. Passou... Passou... Melhorou. Viajou, voltou, falou. Viciou. Contou, soube, soube até demais. Decepcionou, invejou. Esperou, imaginou, iludiu, quis. Sonhou alto, precipitou. Conversou, riu. Amigou-se. Fez falta. Saiu, tentou. Deu saudades, não gostou. Conformou. Prometeu, fez de tudo, convenceu, foi. Deu adeus, abraçou, esqueceu, emudeceu. Chorou sem ver. Redimiu-se. Decolou, voou, partiu, foi-se. Recomeçou.

segunda-feira, dezembro 15

Esqueci

Exemplo desolado:
Sem poder amar alguém
Quis mundo só pra si.
Um dia fez malas de mágoas,
Esqueceu-se de partir.
Cavou tão fundo seu poço...
Incrível: nunca mais o vi.



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Tudo isso é muito viciante.

domingo, dezembro 14

Meus humildes agradecimentos

Ah, gente, obrigada. Que isso, não precisava, de verdade. Obrigada, muito obrigada mesmo! Adoro vocês, adoro toooooodos vocês! Sério, não precisavam fazer isso. Estou muito feliz, obrigado por terem vindo!

Claro que não se aplica a todos.

sexta-feira, dezembro 12

quinta-feira, dezembro 11

Passou-me pela cabeça agora:

Vim aqui hoje somente para mostrar minha indignação total em relação a um prato culinário: salada com queijo.

O chef que inventou esse prato devia ter usado orégano demais, porque não é possível alguém achar mesmo que queijo e alface combinem...

segunda-feira, dezembro 8

Brincando com letras e notas

Apare-me

Pare-me

Are-me

Re-me

Fá-sol-lá-si

sábado, dezembro 6

Cuidado: tóxico

Dia de despejamento. Certifiquem-se de estarem usando seus óculos de proteção e de lacrar bem a porta de segurança. Enjoy your stay.


Não sei se adianta mais tentar, acho que minha suposta vida social nunca vai deixar de ser insatisfatória e - para conter palavras - uma merda. Desde que eu descobri o que certas palavras querem dizer - como introvertido e anti-social - e que, mais que ocasionalmente, elas eram atribuídas a mim, eu tenho lutado contra isso. Lutei contra minha personalidade, meus pontos de vista extremistas, meu comportamento, meus gostos, meus preconceitos, só pra ver se dava pra ser um pouquinho mais feliz. É, até que dá. Mas o que mais parece é que essas conquistinhas sempre foram ilusões. E adivinha o que acontecem com ilusões? Elas acabam, que peninha. A pergunta é: será que vale a pena querer se adaptar aos outros? Às pessoas? São poucas, e muito muito poucas, as pessoas que eu gosto realmente; geralmente eu não gosto de pessoas. Pessoas fazem mal, a vida de muita gente me faz mal - não que eu deseja a morte de ninguém, só podiam viver longe de mim. Talvez eu que devesse ir viver bem longe de toda essa gente.


É curioso como somente a vida de pessoas da minha idade me incomodam. É difícil, às vezes, conter aquele verme branco que se torna verde aos poucos - ou incrivelmente rápido, a não ser que uma boa racionalização comece por aqui. Inveja é desprezível, suja, pecado; gente invejosa nunca se dá bem. Ótimos estereótipos, criados por muitos hipócritas que nunca devem ter tido coragem de assumir tal sentimento. Acabamos sentindo nojo de nós mesmos por tudo isso, mas é um sentimento como qualquer outro. Sempre me incentivaram a sentir as coisas, a expressar as emoções, já que eu sempre fui uma criança que, aparentemente, não sentia - exageros a gosto do leitor -, mas é tão fácil falar só das coisas lindas como o amor, compaixão e sinceridade. Do lado sujo do ser humano ninguém quer falar, com tanta coisa ruim em todo o mundo para que olhar para dentro, não é? Eu sinto inveja; duvido de quem diz que nunca sentiu. Ó, santa pureza, merecedora de misericórdia, você irá para o Céu.


Eu, como pessoa desprezível como só eu poderia ser, não devo merecer realmente atenção. Para que se importar? É só começar as aulas novamente que a ilusão volta e tudo fica feliz e cor de abóbora como sempre. Eu já disse várias vezes que odeio férias, em diversos contextos, e a cara que fazem é que eu deveria ir para o hospício. Eu gosto de ir para a escola. É um refúgio. Estão aí explicadas todas minhas notas boas. Coincidentemente elas começaram a aparecer quando eu comecei a pensar sobre mim, estranho, não é mesmo? Já que eu nunca fui o que pudesse chamar de amigável as notas devem ter sido um jeito que eu encontrei de me sobressair. Até que eu ando indo bem – não dos dois lados, é claro. Perfeccionismo é uma coisa maravilhosa e triste ao mesmo tempo. Talvez os perfeccionistas nunca serão plenamente felizes (na verdade, muitos de nós não acreditamos muito nessa tal difamada felicidade). A vida das pessoas só me faz mal quando eu estou em casa. Pelo menos a da maioria delas. Eu não gosto das pessoas por que elas não gostam muito de mim ou elas não gostam de mim por que eu não gosto delas? Quem é o culpado nessa história toda? Tem que ter um culpado, um ponto de partida? Quem um dia disse que socialização faz bem? Quem é que comprovou o contrário? Quem sou eu para questionar qualquer coisa, não sei nem cultivar um dos responsáveis pela nossa evolução, essa bemaldita socialização entre seres da mesma espécie. (Só para constar, eu me dou muito bem com cachorros, cavalos, gatos, passarinhos, minhocas, joaninhas, caracóis e bebês e etc - eles não falam.).


O ponto - não necessariamente alcançado - é que eu preciso que gostem de mim, preciso de atenção, ou um pouquinho de motivação, ou preocupação, ou reconhecimento, ou entendimento, ou carinho, ou telefonemas, ou e-mails, ou perguntas de se tudo está bem. Quando eu era criança meus pais talvez suprissem toda essa carência. Não dá mais, essa coisa movida a potássio me diz que não é o suficiente. Talvez nunca será – espero que não.

terça-feira, dezembro 2

Diga-me (quem for capaz)

Essas idéias desviradas,

Situações mal acabadas,

Sentir perdida, sem estrada,

Pensamentos em colisão,

Falta de sintonia, de concretização.


A falsa melancolia,

Misturada com pessimismo,

Um tanto de ceticismo,

Vontade de jogar uma pedra ao nada

E ouvir o barulho no chão.


Todos os sentimentos inseguros,

Tamanha ansiedade com o futuro,

Querer atacar um presidente

Para se confirmar como gente,

Uma enorme vontade de ser!


Tudo isso que remexe lá dentro

Termina quando a gente acaba de crescer?

quinta-feira, novembro 27

Tudo em paz do reino da química



Ninguém me telefonou enquanto eu dormia.

quarta-feira, novembro 26

Tédio (com um T bem grande pra você)

No auge da minha desocupação pós-aulas resolvi arrumar todas as minhas coisas de escola e acabei descobrindo que na minha 5ª e 6ª série eu era uma verdadeira poeta. Vejam só:

A Redação

A professora me pediu
para fazer uma redação:
"Quero uma para a amanhã!
Nada de enrolação!"

Que ruim, professora,
hoje estou sem inspiração.
Com certeza foi o pior dia
para passar uma redação.

Mas, vamos lá,
o que posso fazer?
Verei no que vai dar
quando eu terminar de escrever.

Olho para lá, olho para cá,
nada me vem à cabeça.
A professora disse que vale nota
ela quer que eu enlouqueça!

Ninguém quer me ajudar,
dizem que eu tenho que me arranjar.
Mas como vou fazer tudo
se não consigo nem pensar!

Falta só mais um pouquinho
para a meia-noite e meia
vou terminar essa redação
nem que eu madrugue a noite inteira!

Mesmo sem imaginação
acho até que ficou bom.
O que você acha, professora,
da minha "linda" redação?

Misteriosamente, não encontrei nenhum vestígio de leitura estranha na minha folha. Acho que acabei levando zero nesse dever de casa. Achei outras coisas aqui, inclusive listas vergonhosas de "os mais lindos/feios/inteligentes/burros" da minha pobre 601, desenhos produtivos nas folhas de inglês e uma entrevista com o Daniel Radcliffe, dizendo que ele queria montar uma banda após gravar Harry Potter.

Acho que deve ter mais de uma tonelada de folhas escolares minhas guardadas. Não sei o por quê, mas tenho um grande apego por todas elas... Vai ver é por causa da minha péssima memória. Acho que esse é o mesmo motivo pelo qual eu tenha tirado centenas de fotos no show do Zeca Baleiro, vou esquecer tudo daqui há alguns anos. Mas enfim, se alguém quiser doar envelopes de papel, eu aceito; ainda tem 5ª e 6ª séries para eu arquivar por aqui. Minha mãe me fez prometer que vou jogar tudo no final do ano que vem, mas estou pensando seriamente nisso... Enfim, daria pra fazer uma grande fogueira.


Aliás, alguém tem alguma notícia sobre a tal banda? [sic]

sábado, novembro 22

Em Marrocos


Etnemetnegru oãçcif ed orvil mu me açebac ed rahlugrem osicierp.
Ainafipe amu ed, zevlat, uo.

segunda-feira, novembro 17

Tudo tem cor


Segunda-feira é azul do céu e sexta é vermelho escuro; terça-feira é laranja, quinta é amarelo e quarta um lilás meio branco gelo, quase azul de roupa de bebê. Sábado e domingo são branco e preto, preto e branco.

Os números pares são azul Royal. Zero é preto. Os ímpares são vermelho vivo. Menos o um; o um é branco.

Inglês é azul claro, português é azul escuro e alemão é rosa salmão, tipo parede de avó. Geografia sempre foi roxo e história sempre foi cor-de-envelope-pardo, mas nunca foi pardo. Matemática é vermelho cor-de-tomate e biologia todos os tons de verde juntos, em degradè.

Engenheiros do Hawaii é magenta, Legião Urbana é azul petróleo e Paralamas do Sucesso é laranja cor-de-terra. Paul é verde, John é azul chiclete, George é rosa, Ringo é amarelo. Se estivessem todos juntos, seriam todas as cores que existem, menos as feias e as tristes.

Lucíola vai do dourado ao cinza azulado, passando por verde musgo e pelo vermelho rosado, meio rosa avermelhado. Gonçalves Dias é verde e marrom, mas também é vinho, como capa de livro antigo; Goethe é laranja cor-de-laranja. Machado de Assis só poderia ser marrom, marrom clorídrico. Ubaldo é cinza – vai ver é culpa das páginas do jornal. Clarice é indescritível, insaciável, incompreensível, inodora e incolor, mas tem gosto de simpatia. Meu caro Jung não me deixou escolher cor.

O império é amarelo dourado e a república é azul arroxeado. Anarquismo é vinho avermelhado e socialismo é quando a neve se mistura com o azul do dia de céu mais límpido. Capitalismo é branco com bordas pretas e grossas, com um ponto final quadrado.

Para mim, tudo é cor. E a cor que eu queria ver agora é um verde azeitona, meio amarelo de folha seca e quase marrom, daquele que só aparece no outono. São esses olhos que eu amo.

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O caixão não foi suficiente pra segurá-lo, ele quis voltar. Entenda como quiser.

terça-feira, novembro 11

Fragmento de pensamento

É humanamente impossível viver só e ainda
assim a maior ocorrência é de não-humanos.

quinta-feira, novembro 6

O céu também


Então, é tudo meu ponto.

domingo, outubro 26

Surfando em Márquez e Ferreira Gullar

Há algum tempo descobri que para ler precisa-se de coragem. Só os corajosos se arriscam a entrar no mundo totalmente desconhecido que é abrir um livro novo e só os realmente destemidos agüentam o fardo de chegar ao fim dele. Desistir de um livro é o mesmo que abrir mão de um tesouro há muito desejado e que está prestes a ser descoberto; é morrer antes da hora por não achar que a vida valha a pena; é desprezar todo o trabalho que o autor teve para expor com tanta veemência tudo o que idealizou.

Toda vez que começamos a ler uma nova história é um misto de ansiedade e medo que toma-nos por inteiro - e isso pendura por alguns capítulos, até nos acostumarmos com a idéia de um novo universo à nossa frente. É insegurança de não se sentir confortável por simplesmente não saber o que virá na próxima página. Quando me aparece um flashforward sou arrebatada por uma curiosidade tão grande e uma vontade tão devastadora de chegar logo ao fim que a história passa correndo pelos meus olhos, como se eles lessem sozinhos e absorvessem tudo o que aquelas palavras querem passar.

Para querer experimentar todos esses sentimentos e chegar ao fim para ler a última palavra da última frase naquela tão desejada última página de um livro, tem que ter coragem. Não é qualquer leitor que agüenta a perda de um personagem querido, a vitória do vilão, a revelação do maior segredo que desenrola toda a história ou mesmo o fim. Enfrentar o fim de um livro é o mesmo que enfrentar a morte, sentir o gosto de que tudo acabou e gostar; gostar do fim e aceitá-lo por completo. Por mais que possamos reler um livro quantas vezes quisermos não haverá o mesmo gosto da primeira vez, não sentiremos aquele frio na barriga ao abri-lo e nem aquela ansiedade com o final. É como ver a foto de uma pessoa que já morreu: pura nostalgia.

Ainda bem que, na falta de algo melhor, nunca me faltou coragem.

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Onde foi parar todo mundo?

sexta-feira, outubro 10

Istmo do populismo

Todos......iguais
todos.....iguais
todos....iguais
todos...iguais
todos..iguais
todos.iguais
todosiguaistodosiguaistodosiguaistodosiguais
...!


(Tão desiguais)

domingo, outubro 5

5/10

Só citando algo que estava em algum lugar do jornal de hoje:

"Democracia é como nadar. Aprende-se praticando."
Hatem Abdel-Hadi

terça-feira, setembro 23

Ilhados


Contraditoriamente à tendência cada vez maior da expansão mundial, que quebraria fronteiras políticas e daria origem a uma aldeia global, nós estamos implodindo. Digo nós porque, se fossem somente os frios europeus seriam eles, e, se ocorresse apenas comigo, certamente seria eu. Nesse mar de gente nos transformamos cada qual em uma ilha, lutando para manter nosso coqueiro mais verde e nossa areia mais branca a cada dia.

Auto-excluir-nos da vida social pode ser interpretado como um mecanismo de defesa do ser humano. Abstendo-nos dos problemas sociais à nossa volta, acabamos com o Mal da Consciência Pensada, garantindo assim nossa saúde mental e contribuindo para a perpetuação da espécie (seguindo à risca a lei da seleção natural).

Essa propensão humana à solidão acarretará sérias consequências à sociedade nos anos vindouros. Com o claro esboço que temos hoje, já podemos dimensionar a situação daqui a alguns anos. Ela é parecida com a das galáxias: uma força antiga as repele cada vez mais e chegará a um ponto em que só haverá duas opções. Julgando o universo finito, baterão em sua parede e voltarão umas para as outras; supondo o contrário, se distanciarão a tal ponto que não tomarão ciência das demais e serão verdadeiras ilhas universais.

Seja qual for o destino da humanidade, não podemos culpar alguém mais do que a nós mesmos pelo caos que está por vir. “Cada um por si” sempre foi a frase mais desesperançosa dos heróis nos filmes de guerra, considerando que poucos saíram vivos depois dessa cena. Não é de nossa natureza viver só, senão seriamos hipopótamos e não humanos.

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Desenterrando textos velhos, por que é assim que tem que ser.

sexta-feira, setembro 19

Seu Pandeiro, o Padeiro

Corre o tempo, e eu só desejei que ele parasse de vez. Que congelasse, nos meu cinco anos de brincos de pressão da vovó e pique-esconde com o Seu Pandeiro, o Padeiro. A idade em que eu ainda respeitava as palavras-cruzadas do vovô, uns dois dias antes de assistir à Linha Direta e descobrir o quão frágil poderia ser a vida. Antes de ter medo até de faca de cozinha, e antes daquela noite de estômago revirado porque, mãe, eu não quero morrer, não.
Depois daquele dia passei a ter uma sensação muito estranha. Como se o mundo fosse pequeno demais para mim, e, ao mesmo tempo, muito maior que a imagem que fizera dele até então. Mas não é um pensamento, é uma dor-de-cabeça. Que vem em ondas geladas no momento e de vez em quando. Porque ainda sinto isso algumas noites, quando não consigo dormir. É como se eu não tivesse corpo, só uma prova de mortalidade. E medo de mim mesma desiludida. O chão se abriu debaixo de mim junto com os meus olhos, algo assim. Foi difícil crescer.
Ainda é.

Seu Pandeiro, eu sempre neguei teu pão. Volta logo, que só agora percebi que tenho fome...


-


Dedicado a João Salim Miguel, o Seu Pandeiro.


Desculpa, odeio esse tipo de coisa, mas acho que ele merecia.
Beijos.

quinta-feira, setembro 18

Quarenta e duas tentativas!

É bom ver que finalmente conseguimos nos unir para fazer algo que queríamos começar faz tempo. Só espero que a gente de fato faça uso desse blog, afinal quarenta e duas tentativas somente pra dar nome ao dito cujo não podem ter sido à toa. O mais engraçado é que nós três escrevemos como se uma multidão sempre entrasse aqui, quando ninguém além de nós já sabe da existência desse site... Principalmente pelo fato dele ainda só ter cerca de quarenta e oito horas de vida, né?

terça-feira, setembro 16

Eis a história, delicie-se.

Três amigas decidiram criar um ambiente calmo e aconchegante onde pudessem expressar suas idéias. Como um programa na TV é caro, e um jornal de circulação nacional, inviável, optaram por um modesto e meigo blog. Um dia, porém, entre tantos outros problemas que assolam a vida dessas meninas, veio o nome do blog. A incessante busca por algo que as descrevesse ao mesmo tempo em que transmitisse aos outros suas filosofias de vida não chegou a lugar nenhum e a criação do seu canto aconchegante ficou paralisada. Depois de várias retomadas do assunto, discussões frenéticas e alguns murros e chutes percebeu-se que nada poderia compreender tudo o que elas queriam dizer. Nisso, a busca de nome já estava na sua 42ª tentativa. Eis o blog.

Oi

Oi, o nome do blog é esse porque... sei lá, a Giordana vai explicar, eu só queria inaugurar, visto que sou a mais importante das integrantes do blog.

É isso, adieu.

P.S.: O nome não tem um porquê pornográfico, depois eu pensei nisso, mas não vou mudar agora que está pronto.

P.S. 2: A Giordana é um anjo ingênuo e não entendeu o "porquê pornográfico". Para todos que apresentam a mesma inocência, me refiro ao fato de que, às vezes, as pessoas precisam de várias "tentativas" para "conseguir".

P.S. 3: Putz, acho que sou muito maldosa, esqueçam tudo isso, deixa a Giordana falar. Digo, escrever.